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Gestão por dados e o capital humano

Os avanços das empresas e de seus investimentos para crescerem tem demandado cada vez mais análise de dados, métricas e determinação de indicadores. O intuito é ter um crescimento previsível com investimentos efetivos através de uma gestão por dados.

Só de passar um tempinho no setor comercial já é possível se deparar com vários dados importantes para área de vendas: quantidade de ligações, reuniões agendadas, propostas apresentadas, quantidade de contratos, uma infinidade de dados que precisam ser monitorados.

No marketing, financeiro, qualidade não são diferentes. Mas, a pergunta que fica é: e os dados relacionados ao capital humano?

Em um conteúdo produzido pela HSM foram gerados alguns dados sobre a Gestão de Pessoas que retrata bem a obsolescência quando se fala de gestão por dados do capital humano:

  • 49% dos entrevistados acreditam que a principal função do profissional de RH é cuidar de pessoas;
  • 48% dos entrevistados acreditam que a principal função do profissional de RH é cuidar da cultura;
  • Os 3% restantes acreditam que é cuidar de processos;
  • 70% dos entrevistados consideram que o aspecto que mais vai mudar a Gestão de Pessoas nos próximos anos é a transformação do profissional de RH.
Gestão por dados

Todos os quatro dados retratam uma área firmada no passado e que vislumbra um futuro.

No entanto, esse futuro já é presente para algumas empresas que pensaram na frente ao tornar a gestão de pessoas mais estratégica e inteligente.

Ao tornar o setor responsável pelo capital humano mais estratégico, a Gestão de Pessoas dessas empresas também estão se enquadrando na quarta revolução industrial: a revolução da tecnologia.

Inclusive, um termo como resposta foi criado: RH 4.0.

Em síntese, o RH 4.0 vem para criar e aplicar tecnologias que agilizem o trabalho rotineiro, minimizem os erros e proporcione mais tempo para focar o setor em soluções estratégicas para a empresa inteira.

Sofia Esteves, Presidenta do Conselho do Grupo Cia de Talentos, publicou um artigo no LinkedIn abordando um estudo desenvolvido pelas empresas Cia de Talentos e a Great Place to Work denominado “Empresas do Futuro”.

Um dos resultados obtidos foi que 34% das empresas colocam o Capital Humano como o último tema a entrar em pauta nas discussões e que apenas 22% das empresas colocam o capital humano como prioridade.

Veja também o que ela diz sobre as empresas que não pensam o capital humano como estratégico:

“Independente do formato das empresas o fato é que as pessoas precisam estar no centro da estratégia. Os bens que importam hoje e ao longo prazo são menos propensos a serem bens físicos e muito mais provável que sejam intelectuais e humanos.

Assim, propriedade intelectual, conhecimento, confiança e relacionamentos precisam ser foco de atenção porque pessoas e conhecimento estão emergindo como os mais valiosos tipos de ativos.”

Nesse cenário é possível imaginar muita coisa que pode ser extraído de um negócio que pensa estrategicamente, gera dados poderosos para, enfim, criar ações assertivas e eficientes com base em seu capital humano.

É um novo contexto de oportunidades e um momento de largar na frente em relação a grande maioria das empresas.

Então, o que fazer nesse momento para tornar a gestão de pessoas da minha empresa mais estratégica?

Vamos te dar os próximos passos para tornar o capital humano cada vez mais estratégico para a sua empresa.

Faça um diagnóstico

Diagnóstico nada mais é que identificar o que está se sentindo, encontrar um quadro clínico do setor.

Façam as seguintes perguntas entre os gestores da empresa:

  • Qual a maior dor relacionada ao capital humano dentro da empresa? Ex: Cultura, clima organizacional, conflitos, etc.
  • Quais os pontos críticos que são observados no comportamento do time? Ex: Individualismo, falta de compromisso com prazos, baixa persistência, egoísmo, etc.
  • O que de competências de trabalho tem influenciado negativamente e positivamente na fluidez da operação? Ex: Liderança, flexibilidade, organização, etc.

Esses questionamentos são primordiais para dar clareza aos gestores da empresa e gerar uma percepção acerca das ações, características e comportamento da equipe que a maioria das empresas não buscam no mínimo refletir.

Conheça ainda mais os colaboradores

Este segundo passo é para trazer à tona aquilo que no processo de recrutamento não deu para capturar e nem a convivência com o colaborador mostra por completo.

Nesse momento uma tecnologia baseada em um modelo científico tem que se fazer presente para acelerar a geração de dados, minimizar os erros, substituir as horas e mais horas de entrevistas com cada funcionário e principalmente o trabalho extenso de curadoria dos dados.

Um modelo científico é importante, pois consegue identificar as principais dimensões de uma pessoa, totalizando 21, e integra com 42 características humanas. Ao substituir as entrevistas por um software, se reduz em mais de 1200% o tempo de avaliação por funcionário.

Ao utilizar um modelo científico, por exemplo, o Animus Plus, se obtém:

  • Os perfis de trabalho da empresa e de cada setor;
  • As competências de trabalho da empresa e de cada setor.

Reavalie os planos de ações e os resultados passados

Para se alcançar os objetivos do planejamento estratégico de uma empresa, planos de ações devem ser criados e obrigatoriamente um responsável (setor ou colaborador) tem que ser designado.

Ao rever os planos de ações em conexão com as informações do responsável pela ação, é possível se extrair um prognóstico sobre as competências que foram imprescindíveis para o sucesso ou o insucesso do plano de ação.

Nesse contexto, a parte estratégica da empresa terá ainda mais insumos para prever as ações que terão uma grande probabilidade de êxito justamente por colocar o capital humano como parte estratégica da empresa e que influencia totalmente a tática que será executada ou selecionar os melhores internamente.

Defina com clareza o que precisa ser medido

Depois de seguir os primeiros passos para conhecer o capital humano e provar na prática o lado mais estratégico, é hora de definir o que medir para garantir que todo o potencial do setor seja extraído ao longo do tempo.

David Harcourt sugere três perguntas para auxiliar na decisão do indicador:

1. Com o que a gestão da empresa estão se preocupando? Ex: turnover, desempenho, engajamento.

Observação: uma preocupação nem sempre pode ser latente e nesse momento sugerimos que use os 5 porquês para identificar as minúcias

2. Onde a empresa está perdendo dinheiro? Ex: contratar pessoas sem experiência, investimento em capacitação, colaboradores sem fit.

3. Qual a vantagem competitiva da empresa relacionada ao capital humano? Ex: cultura de resultados, excelência, ética.

E quando se fala de extrair o potencial, é necessariamente para ser colocado como potência em algo. Esse “algo”, no tocante a sua empresa, são os objetivos, seja para o trimestre, ano, década, etc., o tempo depende do seu planejamento estratégico.

Nesse sentido, o que precisa ser medido precisa estar totalmente conectado com os objetivos da empresa.

PARA SABER MAIS

Agora que você já sabe a importância de se fazer uma gestão por dados para o setor de gestão de pessoas, não deixe de conferir outros materiais em nosso blog. Veja também sobre a Revolução Tecnológica no Capital Humano das empresas.

Baixe nosso eBook: Reconstruindo o setor de RH.

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A Revolução Tecnológica no capital humano das empresas

É impossível nos dia de hoje dissociar uma empresa de resultados de bons colaboradores. A relação entre o capital humano da empresa e o sucesso da organização passa a ser cada vez maior.

Dessa forma, novas tecnologias chegam para somar a área de recursos humanos, fazendo uma verdadeira revolução.

No entanto, com a revolução no capital humano das organizações, muitas empresas baseadas em conceitos antigos não aderem às novas tecnologias.

Dessa maneira, acabam perdendo uma grande vantagem competitiva perante os concorrentes.

Isso se deve ao fato a existência de diversas tecnologias e com elas muitas promessas que acabam confundindo a cabeça dos gestores.

Iremos abordar a tecnologia que de fato proporciona a revolução tecnológica no capital humano das empresas que é: Data Science.

revolução tecnológica

Mas antes de abordar a tecnologia, é necessário entender o conceito e a importância do capital humano nas organizações.

Capital humano

Capital humano é tudo aquilo que envolve o know how, habilidades e atitudes que favorecem a realização de trabalho afim de produzir valor econômico. O que a educação, experiência e vivência na área do colaborador permite criar para a organização.

Podemos dizer que o capital humano de uma empresa é o conhecimento aplicado das pessoas que ali trabalham.

Sendo que esse conhecimento pode ser mal gerido ou até mesmo diminuir com a saída de alguns colaboradores.

Logo de cara pode-se notar que quanto maior o capital humano de uma empresa, mais facilmente consegue se destacar de um concorrente, atravessar tempos ruins e vir a ter sucesso.

Então, visto isso, como podemos fazer uma gestão efetiva do capital humano em uma empresa?

A tecnologia nos ajuda a responder.

A revolução tecnológica

Não é surpresa para ninguém que a tecnologia vem mudando nossas vidas cada vez mais rápido. E nas organizações não tem sido diferente.

A tecnologia tem conseguido propor soluções para as empresas que antes eram inimagináveis, com isso as organizações ganharam muito mais capacidade de execução, conseguem monitorar indicadores mais facilmente, controlando melhor o processo e assegurando mais a qualidade.

A busca por processos mais eficientes, novos produtos e análises mais eficazes tem impulsionado essa revolução tecnológica nas empresas.

Em uma dessas buscas, surgiu o Data Science.

Data Science

Data science ou a ciência dos dados, tem se tornado muito popular entre as empresas nos dias de hoje.

A palavra em si tem sido bastante utilizada, virou um sinônimo de avanço em tecnologia para as empresas.

Dizer que você usa Data Science no seu negócio é quase um atestado de modernidade. Porém muitas vezes as pessoas que falam não sabem ao fundo sua verdadeira aplicação ou não utilizam de fato.

Mas vamos esclarecer o que de fato é o Data Science e qual sua aplicação.

A ciência dos dados é trabalhar todos os dados, organizados ou não, do mercado e da empresa, a fim de avaliar as informações disponíveis, o processo de captura, transformação do dado, geração e, posteriormente, análise e compilação de todos os dados.

Tudo isso pensando na perspectiva do negócio e de como a empresa pode usar uma base de dados para fazer análises preditivas ou como tomar a melhor decisão possível.

Aplicação do Data Science

A aplicação do Data Science é muito vasta, mas para ilustrar melhor vamos pegar um exemplo específico.

Imagina uma empresa com mais de 100 funcionários em seus diferentes níveis. Essa empresa enfrenta alguns desafios para gerir todo esse capital humano da melhor forma. Assim, utilizando o Data Science para responder algumas perguntas conseguem ser mais assertivos nas decisões.

Quanto tempo em média um colaborador fica na organização?
Qual a necessidade da empresa de contratar por mês?
Qual perfil de colaborador desempenha o melhor resultado na empresa?
Quantos colaboradores pedem demissão?
Qual o perfil do colaborador que pede demissão?
Qual a formação dos colaboradores que tem o melhor desempenho?

Utilizando o Data Science para responder essas perguntas, o gestor dessa organização conseguiria por exemplo: diminuir o Turn Over, aumentar o engajamento da empresa com contratações mais assertivas e conseguiria ter ações mais clara para manter e desenvolver o capital humano dessa organização.

Como isso pode ajudar?

De nada serve o conhecimento se não aplicado não é mesmo?

Identificando Problemas!

O Data Science serve sobretudo para identificar problemas.

É incrível como os dados podem mostrar uma realidade que somente olhando para uma empresa não conseguimos enxergar. Conseguir identificar os problemas é o primeiro passo para resolvê-los e para a revolução do capital humano nas empresas, isso é imprescindível.

Maximizando oportunidades

Quais as oportunidades que se apresentam que podem ser lucrativas para a empresa? O uso de dados consegue fazer uma análise do que já foi realizado para poder fazer previsões.

Mas falando na revolução do capital humano, como as pessoas podem reagir a um determinado estímulo, qual o melhor estímulo a ser dado e qual as melhores contratações são perguntas que, quando respondidas corretamente pelo Data Science, podem gerar grandes oportunidades para a organização.

Então, afinal, o que é a revolução tecnológica no capital humano das empresas?

É o uso do data science para analisar os dados, identificando problemas, maximizando as oportunidades e ajudando a tomar decisões nas organizações a fim de aprimorar e manter o capital humano nas organizações.

Como foi abordado no texto o capital humano na organização bem gerido faz toda a diferença. Aliar todo o conhecimento dos colaboradores com vontade de aprender mais, engajamento e produtividade é um fator determinante para o sucesso.

PARA SABER MAIS

O que achou do conteúdo? Veja também nosso blogpost sobre a psicologia da produtividade. Baixe nosso ebook: Reconstruindo o setor de RH.

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A psicologia da produtividade

Entender a Psicologia da Produtividade é essencial para quem deseja aumentar o rendimento de um time de trabalho com o menor custo possível. Para seguir essa compreensão precisamos antes definir alguns conceitos:

  1. O que é produtividade?
    Resumidamente produtividade é a capacidade de se produzir. Relaciona-se com eficiência e avaliada em funçãoda entrega de trabalho (por unidade ou valor final) em determinado período de tempo.
  2. Quais fatores se relacionam a produtividade?

Dessa maneira, existem diversos fatores que influenciam na produtividade, podemos dividir em 3 grandes grupos.

produtividade

Assim, o primeiro grupo diz respeito ao local no qual a organização está, país e/ou estado é o mais macro (cultura, ambiente econômico, legislação e burocracia…);

O outro grupo se relacionado com o setor em que a organização se encontra (nisso existe variação no nível educacional, na complexidade do negócio e no grau de tecnologia empregado);

Por fim, o terceiro fator relacionado a produtividade é exatamente aquele onde se pode atuar de maneira mais rápida e diz respeito ao próprio executor do trabalho, a pessoa por trás da função.

No que diz respeito as pessoas, quais fatores podem influenciar na produtividade?

Essencialmente quando olhamos para as pessoas podemos perceber que existem 2 pontos críticos. Um se relaciona a gestão geral adotada (a cultura corporativa, processos empregados e a capacidade de tornar o conhecimento perene). Esse primeiro ponto crítico é geral da organização (seja ela uma empresa, uma ONG, uma escola ou qualquer tipo de empreendimento).

Vamos chamar esse ponto de Gestão Geral (GG) porque se relaciona com todas as pessoas que atuam diretamente na organização.

O outro ponto crítico é o mais pessoal, chamaremos de fator individual (FI) e diz respeito a cada pessoa de forma individualizada. Aqui estamos falando de capacidade técnica, experiência, nível intelectual, motivação, valores pessoais, e dos aspectos cognitivos e emocionais.
É fácil depreender que o Fator Individual (FI) se relaciona intimamente com a Gestão Geral (GG). E é em ambos os casos que a Psicologia da Produtividade se aplica como iremos detalharemos a seguir.

Desse modo, para efeitos didáticos vamos considerar todos os aspectos psíquicos e faculdades mentais relacionados ao trabalho como Psicologia da Produtividade.

A Psicologia em si flutua entre ser um ramo da filosofia (logo mais relacionado a teorias humanas) e a ciência com seu início no século XIX com o médico alemão Wilhelm Wundt criador da Psicologia Experimental (onde o método empírico é empregado).

Fizemos essa breve observação para adequar que o que chamaremos de Psicologia da Produtividade abrange aspectos mentais diversos, alguns mais biológicos (como a capacidade cognitiva) e outros mais“sociais”(cultura por exemplo). Não por acaso ambos aspectos acabam se relacionando como os Fatores Individuais e a Gestão Geral.

Gestão Geral (GG)

Sobre a Gestão Geral das pessoas na organização vemos influência muito significativa dos processos que são aplicados e da cultura corporativa. Ambos os casos são decididos pela liderança e repassados para toda a equipe.

Gestão de talentos, formas de remuneração e reconhecimento, tudo acaba se relacionando com a construção de uma cultura corporativa e se sistematiza na construção dos processos internos.

Dessa forma, abordagens relacionadas a Psicologia social e com análises de relacionamentos interpessoais ajudam de maneira didática.

Atualmente com o avanço do Data Science o cruzamento de dados populacionais pode nos trazer insights muito úteis.

É importante termos bem assimilados que a Gestão Geral (GG) é mais do que o somatório das pessoas, ou seja, é mais do que o somatório dos fatores individuais (FI). Mas se não tivermos esse diagnóstico, ou seja, se não tivermos a soma dos fatores individuais bem quantificada, as intervenções na Gestão ficam muito menos embasadas do que o desejado.

Na verdade, sem uma medida quantitativa a Gestão fica mais na esfera especulativa abrindo espaço para tentativas e erros num setor onde existem centenas de variáveis para serem analisadas.

Isso nos permite concluir que toda a construção da Gestão Geral de Pessoas deve também ter em conta a análise dos Fatores Individuais de cada pessoa da corporação.

Fator Individual (FI)

Quando avaliamos o indivíduo e o que determina a qualidade de seu trabalho temos 2 pontos cruciais: a capacidade técnica para se realizar o trabalho e a motivação para o mesmo. Podemos inclusive colocar numa fórmula:

Trabalho = Capacidade X Motivação

Sobre Capacidade Técnica

A Capacidade técnica é influenciada pela Escolaridade, Experiência, o Quoeficiente de Inteligência e a capacidade cognitiva atual. A Escolaridade e a Experiência são incrementadas com dedicação e esforço. Mas todos são mediados pelo QI e pela capacidade cognitiva do momento.

Aqui já cabe salientar o quanto a saúde da mente e o bem-estar psicológico influenciam. No minucioso e extenso artigo do professor Ronald Kessler publicado em 2003 no JAMA vimos que a capacidade produtiva é comprometida em 40% nos casos depressivos moderados.

Outros estudos posteriores encontraram números semelhantes e comprovaram o quanto a capacidade cognitiva é afetada quando não existe um bem-estar psicológico. Hoje já é muito bem estabelecido na literatura que se a saúde da mente não está bem a Capacidade Técnica vai ficar comprometida.

A memória, a inteligência, o raciocínio e a linguagem vão ficar abaixo do esperado gerando erros práticos na tomada de decisão, acidentes de trabalho, conflitos internos, atendimento ruim e a assimilação de novos desafios fica seriamente prejudicada.

Deste modo, é um ponto onde a Psicologia da Produtividade já deve estar atenta, ao bem-estar psicológico de cada indivíduo.

Contudo, existe ainda outro ponto ainda mais crucial para que as intervenções possam ser mais rápidas e com melhor retorno. Estamos nos referindo à motivação.

produtividade

Sobre Motivação

Já vimos que o trabalho depende da capacidade técnica e da motivação.

Afinal, se algo não leva a uma ação por parte da pessoa o trabalho não será feito independente de quão preparada e capaz ela seja para exercê-lo. Por isso a motivação é essencial e aumentá-la traz um incremento em produtividade.

À vista disso, a motivação é um impulso interno que leva a uma ação. Relaciona-se com a vontade e é mediada em complexos circuitos cerebrais, iniciando com uma ideação nos lobos frontais (mais associados ao aspecto pragmático e racional) e sendo calibrada com aspectos emocionais no lobo temporal para finalmente já com o colorido aspecto afetivo ser aplicada por processos motores.

A personalidade e os valores pessoais influenciam diretamente na motivação tanto nos circuitos frontais quanto temporais. O bem-estar psicológico também tem um papel importante na motivação, mas é menor do que a Personalidade e os valores pessoais.

Quando tratamos da Psicologia da Produtividade é impossível não destacar o papel crucial que existe em adequar a personalidade de cada indivíduo com a função a ser exercida.

Desse modo, quanto maior esse alinhamento de valores pessoais com o trabalho a ser feito mais fácil de se gerir a motivação e maiores as chances de um ganho substancial na produtividade. Essa é uma oportunidade de intervenção que não pode ser subestimada.

Ao contrário, é uma intervenção estratégica que quando feita com inteligência pode mudar o cenário de qualquer organização.

Por fim, observamos que existem aspectos relacionados a Psicologia da Produtividade que são verdadeiras oportunidades para aumentar o rendimento de um time de trabalho num espaço de tempo reduzido e com um baixo custo.

Desse modo, acessar esses dados realizando intervenções de forma estratégica é a escolha inteligente de quem quer evoluir, por outro lado não o fazer pode significar um custo e um risco muito alto.

PARA SABER MAIS

Nosso texto sobre engajamento chegou ao fim, mas não deixe de ler outros posts no nosso blog. Confira também nosso blogpost sobre a Revolução Tecnológica no Capital Humano das empresas.

Quer saber mais sobre como a análise do perfil comportamental pode potencializar os resultados da sua clínica ou hospital? Fale com um de nossos especialistas e saiba mais sobre nossas soluções!

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Engajamento em clínicas e hospitais

Você sabe como engajar os colaboradores da sua clínica ou hospital a trabalharem de maneira produtiva e atingirem as metas traçadas? Através de uma equipe engajada é possível obter melhores resultados, pois há um aumento de produtividade e satisfação tanto por parte dos colaboradores quanto dos pacientes.

engajamento clínicas e hospitais

O engajamento então está ligado ao reconhecimento dos colaboradores com os objetivos e valores da organização. Ou seja, acreditar nos valores da sua clínica e hospital fará com que os colaboradores realizem suas atividades com maior prazer e entusiasmo, gerando melhores resultados.

MAS COMO ENGAJAR MINHA EQUIPE?

Com diversos funcionários, é possível notar que realizar os mesmo estímulos não irá necessariamente funcionar com todos eles. Isso porque cada um tem um perfil diferente e entender esse perfil é essencial para saber engajar sua equipe.

ANÁLISE DO PERFIL COMPORTAMENTAL

A partir da análise do perfil do colaborador é possível ter informações muito valiosas que serão utilizadas para tomada de decisão em diversos aspectos, inclusive sobre a melhor maneira de lidar com cada um deles e como engajá-los.  

SABER SE RELACIONAR COM CADA PERFIL

Com base nas informações da análise do perfil será mais fácil saber se relacionar com cada um dos colaboradores. Afinal, a maneira de se comunicar, passar informações e encaminhamentos não será a mesma para todos eles.

Isso porque cada um deles pode interpretar o que foi falado de uma maneira diferente e saber como conversar com seus colaboradores gera uma comunicação muito mais efetiva dentro da sua clínica e hospital.

Quando falamos em engajamento, o feedback é uma ferramenta muito importante e utilizada. Isso porque através dela você dará uma resposta ao trabalho que foi realizado por determinado colaborador.

Assim, apontando quais pontos podem ser melhorados e quais estão no caminho certo, o colaborador poderá saber quais melhorias devem ser feitas para que consiga um melhor desempenho.

FUNÇÃO ADEQUADA

Além disso, para preenchimento de uma vaga ou alocação interna, definir o perfil com as características necessárias para aquela vaga irá auxiliara identificação do colaborador que irá se adequar aquela função. Ou seja, observar quais características de seu perfil comportamental melhor se adequará a determinado cargo, de acordo com as atividades que precisará desempenhar, influencia diretamente no seu desempenho e engajamento.

Dessa maneira, caso o colaborador seja uma pessoa mais comunicativa, estar na linha de frente em contato mais direto com os pacientes, poderá trazer melhores resultados. Caso tenha um perfil mais analítico, terá mais atenção aos detalhes, podendo desempenhar melhor tarefas relacionados a processos burocráticos mais definidos.

ESTÍMULOS CERTOS PARA CADA PERFIL

Assim como para os pontos citados acima, os estímulos necessários para engajar seus colaboradores irão variar de acordo com seu perfil. Saber disso será essencial para identificar com quais colaboradores será mais eficiente trabalhar sob pressão e com maiores cobranças, porque seu perfil é adequado para esse tipo de estímulo e quais não.

PARA SABER MAIS

Nosso texto sobre engajamento chegou ao fim, mas não deixe de ler outros posts no nosso blog. Confira também nosso texto sobre Gestão de Pessoas estratégica em clínicas.

Baixe nosso infográfico: 5 habilidades que os melhores líderes adotam para maximizar desempenho.

Quer saber mais sobre como a análise do perfil comportamental pode potencializar os resultados da sua clínica ou hospital? Fale com um de nossos especialistas e saiba mais sobre nossas soluções!

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4 dicas para melhorar o atendimento em clínicas

Hoje em dia, com o advento da era da informação, serviços que antes eram privilégios passaram a ser acessíveis ao público geral. Consumidores atualmente possuem muito mais informação e poder de escolha na hora de contratar serviços ou adquirir produtos. 

Com a área da saúde não é diferente, de forma que a exigência dos pacientes com a qualidade do atendimento e da experiência nas clínicas é cada vez maior. Assim, para melhorar os resultados fica claro a necessidade de conquistar clientes fidelizados e satisfeitos.

atendimento em clínicas

Confira abaixo 4 dicas para melhorar o atendimento em clínicas médicas!

1 – Qualidade da infraestrutura

Toda a experiência dos pacientes vai partir do ambiente em que ele será atendido. Portanto, é de fundamental importância dar atenção especial para todos os ambientes que o paciente tem contato, especialmente os de espera. Mesmo assim, detalhes de outros ambientes não podem ser esquecidos, da fachada ao consultório. Outros que devem ser cuidados são: 

  • Recepção atrativa, confortável e com opções de entretenimento.
  • Ambientes sempre limpos e bem conservados.
  • Materiais e equipamentos sempre bem conservados e em perfeito funcionamento.

2 – Otimização dos processos de atendimento

Além da infraestrutura, que é requisito básico para qualquer atendimento de qualidade, ter processos de atendimento bem definidos é um diferencial essencial para boa experiência do paciente. Desde o momento de marcação da reunião, passando pelo atendimento presencial, até o pós atendimento. 

Ademais, outra questão fundamental relacionada ao atendimento é sempre manter contato com os clientes, mesmo após a consulta, seja através de pesquisas de satisfação, conteúdos educativos ou felicitações de aniversário.

3 – Equipe bem treinada

O atendimento humanizado e voltado para entender a necessidade do paciente se tornou peça chave para entender os problemas do paciente, principalmente por ser o primeiro contato. Sendo assim, manter uma equipe bem capacitada e que domine bem os processos do atendimento é de extrema importância. Além de evitar longas esperas, podem contribuir para a redução da burocracia para o paciente.

4 – Clima organizacional saudável

Além de sempre pensar no paciente, é fundamental pensar no cliente interno também, ou seja, os colaboradores. Para realizarem bons atendimentos, é indispensável que o colaborador esteja se sentindo bem com o ambiente de trabalho. 

Sendo assim, realizar testes de people analytics para avaliar o perfil comportamental dos colaboradores se torna ferramenta indispensável, trazendo dados como:

  • Competências e vulnerabilidades de cada colaborador
  • Funções mais aderentes para cada perfil
  • Quais colaboradores tem habilidades mais complementares para tarefas conjuntas
  • Quais treinamentos são necessários para melhorar o desempenho da equipe

Essas informações podem fazer total diferença no tratamento dos colaboradores com o clientes, garantindo um melhor atendimento em clínicas.

PARA SABER MAIS

Embora nosso post tenha chegado ao fim, não deixe de saber mais!

No blog temos outros conteúdos que podem te agregar além das dicas de atendimento, como o de Engajamento, que lhe fará ter uma visão mais geral.

Assim como também é possível entrar em contato com um de nossos especialistas.


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Gestão de processos em hospitais

Fazer o gerenciamento do seu negócio através do controle de processos significa ter uma gestão de processos.

Deste modo, por meio do controle desses processos é possível ter uma visão geral de todas as áreas dentro de uma organização.

À vista disso, ter processos claros e bem definidos contribui para aumentar a produtividade da organização, com melhor aproveitamento dos recursos disponíveis e alinhamento entre os setores envolvidos.

Gestão de processos hospitais

Dessa maneira, podemos listar alguns benefícios de se fazer a gestão de processos em hospitais:

– Padronização na maneira como os processos são executados, independente do colaborador que irá realizar;

– Identificar melhorias e gargalos que podem ser melhorados;

– Redução de custos e tempo na execução dos processos;

– Melhor experiência aos pacientes;

– Processos de estoque definidos para um melhor controle;

Mapear os processos

Mapear os processos é o primeiro passo pra se fazer uma gestão de processos.

Afinal, você precisa ter seus processos definidos para que possa gerenciá-los e acompanhá-los. Ao mapear os processos, deve-se inicialmente observar como eles atualmente acontecem, identificando gargalos e melhorias que possam ser realizadas.

Ou seja, ao mapear os processos foi percebido que há um desperdício de material ou que o andamento de uma guia para o paciente é muito demorada entre os setores responsáveis.

Dessa maneira, será pensado em como esses problemas podem ser resolvidos. Assim, o processo já será mapeado com as melhorias feitas, garantindo uma melhor execução e resultados melhores.

Do mesmo modo, ao mapear o processo alguns pontos devem ser definidos, como: quais pessoas estão envolvidas, quem é o responsável por aquele processo, quais materiais são necessários para sua execução, quais riscos estão ligados aquele processo e quais ações corretivas.

Utilize fluxogramas

Após mapear os processos, o fluxograma pode ser utilizado para ilustrar os processos que foram definidos.

Ou seja, os processos são representados através de diagramas ou desenhos.

Assim, eles podem ser anexados próximos as pessoas que realizam aquele processo para que seja consultado e visualizado de maneira mais fácil.

Em suma, tudo isso fará com que haja uma maior padronização na execução dos processos do hospital, o que reflete diretamente na satisfação dos pacientes.

Uma vez que independente de por quem ele seja atendido, receberá sempre o mesmo atendimento e haverá menos chances de falhas na comunicação e retrabalhos.

Em se tratando de hospitais, a gestão de processos auxilia no melhor controle de estoque. Ao definir os processos para controle de entrada e saída de materiais, será mais fácil acompanhar o giro do estoque e definir o período certo para realizar novas compras.

Dessa maneira, será mais fácil garantir que não faltem os materiais necessários para realização de procedimentos.

A gestão de processos envolve um acompanhamento e revisão contínua dos processos sempre em busca de melhorias. Isso quer dizer que mudanças não devem ser feitas apenas quando começarem a apresentar erros ou problemas.

Mas sim que o acompanhamento deve ser feito exatamente com o objetivo de identificar os possíveis erros que possam ocorrer, e dessa maneira, realizar ações preventivas para que eles não ocorram.

Definir indicadores

Além disso, uma ótima maneira de acompanhar os processos e assegurar que eles estão sendo realizados da maneira correta é através da definição de indicadores.

Assim, para cada processo mapeado, será definido um indicador para que se possa mensurar se o processo está sendo realizado da forma correta.

Alguns exemplos de indicadores que podem ser utilizados é o de satisfação dos pacientes em relação ao atendimento; o tempo de resposta ao paciente sobre determinado procedimento; o desperdício de materiais; dias de permanência no hospital, entre outros.

Utilize tecnologia

Por fim, ao falarmos em gestão de processos, a tecnologia vem sendo utilizada como uma maneira de simplificar e ajudar no acompanhamento.

Assim, a utilização de sistemas informatizados auxilia no controle dos dados e na automação dos processos, facilitando a organização de informações e tomada de decisões.

Os sistemas podem ser implantados desde em processos ligados diretamente aos pacientes, quanto para processos mais internos.

Por exemplo, sistemas que reúnem informações a respeito dos pacientes, como as vezes em que foram ao hospital, exames realizados, por quem foram atendidos e medicações realizadas.

Ou ainda, sistemas financeiros e de estoque que reúnem informações que serão usadas para o gerenciamento de outros processos.

Desse modo, servirão como apoio a decisão de compra de insumos ou investimentos a serem realizados no hospital, de maneira que garanta a saúde financeira da organização.

Em síntese, entendemos que através da gestão de processos em hospitais permite ao gestor identificar gargalos e oportunidades, além de ter uma visão sistêmica de todas as áreas da organização, podendo tomar ações preventivas e evitar erros.

PARA SABER MAIS

Nosso texto sobre gestão de processos em hospitais chegou ao fim, mas não deixe de conferir outros textos em nosso blog! Veja também como você pode ajudar a evitar erros em hospitais.

Quer entender mais como melhorar o setor de gestão de pessoas e potencializar os resultados da sua equipe? Entre em contato e saiba como nossas soluções podem te ajudar!

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Gestão de processos em clínicas: o que é?

Uma gestão de processos significa fazer o gerenciamento do seu negócio através do controle de processos com uma visão sistêmica.

De acordo com a FNQ (Fundação Nacional da Qualidade) um processo é um conjunto de atividades preestabelecidas que, executadas em uma sequência determinada, conduzirão a um resultado esperado, o qual assegure o atendimento das necessidades e expectativas dos clientes e de partes interessadas.

Gestão de processos clínicas

Dessa maneira, uma gestão de processos em clínicas garante uma melhor comunicação entre os processos, fazendo com que haja menos erros. Além disso, pode trazer algumas vantagens como a redução de tempo e custos.

MAPEAR OS PROCESSOS

Diante disso, o primeiro passo para a gestão de processos é ter cada um dos seus processos definidos. Através do mapeamento de processos você deixará os processos da sua clínica padronizados para que eles sejam executados sempre da mesma maneira.

Assim, ao mapear seus processos, devem ser pensados sempre em melhorias e como eles podem ser executados evitando retrabalhos ou tarefas desnecessárias. Outro ponto importante a ser destacado é que ao definir um processo, sempre haverá uma pessoa responsável por ele.

À vista disso, será mais fácil saber a quem recorrer para solicitar informações a respeito de determinado processo. Ao definir os responsáveis pelos processos, é importante também que seja observado o perfil dos colaboradores para a execução daquelas atividades.

Além da redução de tempo e custo, outro benefício do mapeamento dos processos, é ter documentado como eles devem ser executados. Assim, em momentos de dúvida ou treinamento de novos colaboradores, é possível consultar como as atividades devem ser realizadas.

Toda essa padronização e melhor utilização das informações podem refletir em uma maior satisfação dos seus pacientes. Uma vez que os processos e atividades estão sendo realizados para atendê-los.

UTILIZE TECNOLOGIA

A tecnologia vem sendo bastante utilizada em diversos setores e já existem muitas opções voltadas a área da saúde.

Sendo assim, a utilização de sistema pode ajudar na automação dos processos e melhor execução das atividades.

Uma vez que seus processos estão mapeados, utilizar softwares que integrem as informações entre os setores da sua clínica pode garantir uma melhor execução dos seus processos.

Dessa maneira, será mais fácil ter uma gestão das informações necessárias melhorando a comunicação entre os setores envolvidos.

PARA SABER MAIS

Nosso texto sobre gestão de processos em clínicas chegou ao fim, mas não deixe de conferir outros textos em nosso blog! Veja também como você pode melhorar a organização da sua clínica.

Quer entender melhor como melhorar o setor de gestão de pessoas e potencializar os resultados da sua equipe? Entre em contato e saiba como podemos te ajudar!

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Gestão de pessoas estratégica para clínicas e hospitais

Como é feita a gestão de pessoas dentro da sua clínica? Saiba como você pode gerenciar essa área de maneira estratégica e alcançar melhores resultados para sua clínica através de seus colaboradores. 

Acreditar que a área de gestão de pessoas é responsável apenas por questões burocráticas como a admissão e demissão de funcionários e controle de ponto é uma visão que está ficando cada vez mais para trás nas organizações.

Enxergar essa área de maneira mais estratégica traz informações importantes acerca de seus colaboradores que podem ser utilizadas para gerar melhores resultados organizacionais.

Gestão de pessoas estratégica

Ou seja, uma gestão de pessoas que enxerga seus colaboradores também de maneira estratégica, pensando neles como parte fundamental para a realização de suas atividades e atingir seus objetivos.

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USO DE TECNOLOGIA

Os avanços tecnológicos e a utilização de ferramentas já auxiliam em diversas áreas de uma organização. Para uma gestão de pessoas mais estratégica na sua clínica isso também não poderia ser diferente.

O uso de tecnologia facilita a obtenção de dados acerca de vários fatores sobre seus colaboradores que podem ser utilizados como insumos para uma tomada de decisão mais assertiva dentro da sua clínica.

As empresas estão cada vez mais entendo que uma organização com time engajado é sinônimo de uma empresa que gera resultados e atinge suas metas.

Por isso, entender o perfil dos seus colaboradores é algo tão importante. A partir da análise de dados a respeito do seu perfil, será mais fácil compreender quais atividades serão mais bem desempenhadas por um colaborador e quais estímulos serão necessários para motivar sua equipe a atingir os resultados esperados.

VISÃO SISTÊMICA

Desse modo, a gestão de pessoas não pode ser vista como um departamento isolado dentro da sua clínica. Ela deve ser capaz de observar quais são os objetivos estratégicos da organização e como ela pode atuar de maneira a contribuir para que os colaboradores atinjam esses resultados.

PARA SABER MAIS

Entender quais erros estão sendo cometidos dentro da sua clínica pode ajudar a enxergar o que está impossibilitando sua organização de gerar melhores resultados. Confira também nosso infográfico sobre 3 coisas que você pode estar errando na gestão de pessoas da sua clínica.

Quer entender melhor como melhorar o setor de gestão de pessoas e potencializar o resultado da sua equipe? Fale com um de nossos especialistas e saiba como podemos te ajudar!

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Como engajar profissionais da área da saúde

O alcance dos objetivos de uma organização e o reconhecimento dela no mercado em que está inserida está diretamente relacionado ao engajamento de seus colaboradores.

Isso porque os colaboradores estão em contato direto com os clientes, ou seja, os consumidores que avaliam o serviço oferecido pelas organizações.

Diante disso, o engajamento dos colaboradores está diretamente relacionado à experiência do cliente com sua empresa.

Assim, ao falarmos da área da saúde, estamos falando de pacientes que normalmente se encontram em uma situação mais difícil, e dessa maneira, garantir uma boa experiência se torna uma tarefa ainda mais desejada.

engajamento

Em primeiro lugar, devemos entender que os colaboradores se sentem mais motivados a realizarem atividades quando acreditam na idéia da empresa e no que ela oferece.

ESCUTAR OS PROFISSIONAIS NA DEFINIÇÃO DE OBJETIVOS

Para aumentar o engajamento de seus colaboradores, é importante que eles se sintam realmente ouvidos.

Dito isso, não adianta apenas definir metas e maneiras como os processos devem ser executados e comunicar isso aos colaboradores.

É importante procurar sua participação e ouvir as contribuições que eles tem a fazer.

Afinal, eles são parte fundamental para a execução das atividades e, sentir que teve participação no que foi definido é fundamental para um aumento no engajamento e produtividade.

PAPEL DA LIDERANÇA

Em empresas da área da saúde, como clínicas e hospitais, lidamos com profissionais de diferentes setores. Além disso, esses diversos profissionais estão em contato com os pacientes, desde o momento da sua chegada ao momento em que são consultados e até mesmo em contato pós serviço.

 Dessa forma, para garantir o engajamento de tantos colaboradores, devemos contar com a ajuda de líderes responsáveis por cada uma dessas áreas.

Por estarem em contato mais direto com seus subordinados, os subordinados vêem o líder como uma inspiração para a realização de suas atividades. Veja as 5 habilidades que os melhores líderes utilizam para maximizar o desempenho.

Além disso, é papel do líder fazer o reconhecimento de seus liderados com base nos resultados obtidos. Afinal, o reconhecimento pelo que está fazendo é fundamental para o engajamento dos colaboradores e aumento de produtividade.

Portanto, se faz necessário também que o líder conheça o perfil de seus liderados para que saiba como se relacionar com cada um deles.

Dito isso, podemos notar a importância de ter pessoas adequadas ocupando os papeis de liderança na área da saúde. Afinal de contas, eles também precisam estar primeiramente engajados para que consigam exercer seu papel dentro da organização.

Diante disso, ter pessoas que acreditam nos ideais e valores e com o perfil ideal para a função é o primeiro passo.

ANÁLISE DO PERFIL

Além das competências técnicas necessárias para ocupar um cargo, conhecer o perfil do seu colaborador é essencial para obter bons resultados. Em empresas da área da saúde lidamos com diferentes tipos de pessoas.

Por isso, é essencial identificar qual pessoa tem melhor perfil para acompanhar o paciente no momento de sua chegada em situações mais delicadas. Qual é mais comunicativa e ocuparia bem o cargo de recepcionista.

Ou ainda, quais pessoas são mais organizadas e exerceriam bem cargos relacionados a processos internos mais burocráticos.

Através da utilização de ferramentas para análise do perfil comportamental é possível obter informações a respeito dos colaboradores e como se relacionar com eles.

O feedback é uma ótima ferramenta para o engajamento. Isso porque através de um feedback positivo, você pode estimular ainda mais aquele colaborador mostrando os bons resultados obtidos e que aquele é o caminho certo.

Por outro lado, pode-se utilizar um feedback negativo para apontar quais melhorias devem ser feitas para que se alcance o resultado esperado.

Entretanto, para que a comunicação seja efetiva e o feedback seja recebido da maneira certa, conheça o perfil do seu colaborador. Assim, será possível identificar se o feedback deve ser feito apenas individualmente, de maneira mais direta ou não.

Dito isso, alguns benefícios de conhecer o perfil de seus colaboradores:

  • Identificar funções adequadas;
  • Entender os estímulos certos para cada perfil;
  • Saber como se relacionar com cada um;
  • Ter uma comunicação mais efetiva;

PARA SABER MAIS

Nosso texto sobre como engajar profissionais da área da saúde chegou ao fim, mas não deixe de conferir outros textos em nosso blog! Veja também como você pode melhorar a gestão de pessoas em hospitais.

Quer entender mais como melhorar o setor de gestão de pessoas e potencializar os resultados da sua equipe? Entre em contato e saiba como nossas soluções podem te ajudar!

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Como ajudar a evitar erros em hospitais

A gestão hospitalar pode ser bastante complexa considerando a quantidade de setores e processos envolvidos para seu funcionamento. Diante disso, para o gestor, é importante ficar atento a alguns pontos que podem ajudar a evitar erros bastante comuns em hospitais.

Erros em hospitais

Separamos algumas dicas para te ajudar a evitar esses erros. Confira!

Tenha um Planejamento

O planejamento estratégico tem a finalidade de definir os objetivos de uma organização para determinado período. Assim, ele é o que dá o norte para o alcance das metas traçadas.

Quando falamos em um hospital, esse planejamento deve definir metas para cada um dos setores e como juntos eles alcançarão o objetivo geral. Diante disso, o planejamento deve ser acompanhado e monitorado de forma constante pelas pessoas responsáveis.

Além disso, é importante conscientizar toda a equipe e engajá-la para que todos acreditem e sintam responsáveis pelo o que foi definido. Veja mais sobre engajamento em clínicas e hospitais aqui.

Monitore os Indicadores

Você já deve ter ouvido a expressão “o que não é medido não é gerenciado”. Diante disso, podemos ver a importância de acompanhar os indicadores que foram definidos para medir o alcance das metas traçadas em seu planejamento estratégico.

Acompanhar esses indicadores ajuda a visualizar quais metas estão sendo alcançadas e quais não estão. Além de conseguir verificar o desempenho dos setores, para as metas que não estão sendo alcançadas, podem ser traçadas ações corretivas que consigam reverter a situação.

Além disso, a análise desses dados auxilia os gestores a tomarem decisões mais estratégicas fundamentadas nos resultados que estão sendo alcançados pelo hospital. Além de tudo, os indicadores serão essenciais para os próximos planejamentos que serão feitos.

Gestão de estoque

Ter uma gestão de estoque eficiente garante que seus insumos não fiquem parados o que significa indiretamente ter um capital parado no seu estoque. Além disso, assegura que não faltem os materiais necessários para que os procedimentos ocorram. Quando falamos de estoque em hospitais, isso é de extrema importância, uma vez que os procedimentos estão envolvidos com a vida de seus pacientes.

Um ponto importante a destacar é que a gestão do estoque não deve ser feita apenas no almoxarifado e farmácia. Outros setores do seu hospital, como as UTI’s, carros de emergência também estocam produtos que geralmente não possuem o mesmo controle que em outros setores.

Diante disso, utilizar sistemas e processos definidos para o movimento de mercadorias em seu estoque é uma boa opção para garantir melhores resultados. Ter o controle de todas as entradas e saídas, além de indicar a quantidade atual em seu estoque, garante outras informações, como quais produtos tem maior saída, qual a quantidade mínima de cada um e como deve ser o processo de compra com os fornecedores baseado nessas informações.

Comunicação eficiente

Por fim, uma comunicação interna é essencial para melhorar o relacionamento entre os colaboradores e alinhar os setores em uma organização.

Dessa maneira, uma comunicação eficiente entre os setores garante uma melhor execução dos processos dentro do hospital, além de evitar erros e retrabalhos. Realizar reuniões periódicas para alinhamento entre as equipes pode ser uma boa alternativa para melhorar a comunicação.

Diante disso, podemos perceber como é importante ter uma visão sistêmica e olhar diversas áreas para uma boa gestão em hospitais. Ao colocar em prática essas 4 dicas, será possível otimizar processos, reduzir falhas e evitar erros em hospitais.

PARA SABER MAIS

Nosso texto sobre como ajudar a evitar erros em hospitais chegou ao fim, mas não deixe de conferir outros textos em nosso blog! Veja também como você pode melhorar a gestão de pessoas em hospitais.

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